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Províncias do Atlantico
27 set 2018

Por que estudar em uma província do Atlântico? (Cinco motivos!)

No mês de agosto fizemos uma viagem de 10 dias para explorar o leste canadense e visitar as instituições de ensino em três províncias da costa leste: New Brunswick, Nova Scotia e Prince Edward Island.  Em New Brunswick, acompanhada da consultora de imigração Patricia Nathan, que possui 20 anos de experiência em consultoria de imigração e aplicação de vistos e é também especializada em imigração para as províncias do Atlântico, tivemos a oportunidade de ter uma reunião com uma funcionária do governo canadense, a Claire Kelly.

1 – Custos de vida mais baixo

O custo de vida é aproximadamente 50% mais baixo do que em cidades como Vancouver e Toronto. O aluguel de um apartamento de 1 quarto em Vancouver está em torno de $1500 dólares, já em Halifax (Nova Scotia) é possível alugar um apartamento no valor entre $700 e $1000.

2 – Programas de estudo com valores mais atraentes

Em Moncton (New Brunswick), o custo do programa de estudo chega a ser 50% mais baixo do que nas grandes cidades canadenses. O custo de 1 ano de um programa de diploma em um college público em Vancouver, por exemplo, é de $17,000/ano, enquanto em cidades na província de New Brunswisck, o custo é de aproximadamente $9,000/ano.

3 – Atlantic Immigration Pilot Project

Uma das grandes vantagens de estudar no Canadá é a permissão de trabalho que o estudante recebe, a permissão de trabalho full-time para o cônjuge e a possibilidade de se aplicar para o PGWP (a permissão de trabalho concedida após a conclusão do curso).

Além dos programas de imigração provinciais e federais, existe um programa piloto para atrair mais trabalhadores para essas quatro províncias (NS, NB, PEI, NFL). O motivo é simples: atrair mão de obra qualificada e aumentar a população e o crescimento econômico desses destinos.

O Atlantic Immigration Pilot Project começou com 500 vagas, e em seguida o governo abriu mais 2000 vagas! Segundo a Claire, há mais vagas do que candidatos. Para se candidatar, o aplicante precisa ter uma oferta de trabalho em uma das quatro províncias, e atender alguns requisitos como ter um empregador designado pelo governo. Ela me explicou que há mais de 500 designated employers, e mesmo que uma empresa ainda não faça parte desta lista, o governo auxilia o empregador a se tornar um designated employer.

4 – Inverno menos rigoroso

Halifax é a maior cidade entre as quatro províncias localizadas no leste canadense. Ela também está no topo da lista das cidades com temperaturas mais amenas durante o inverno, onde a temperatura média é de 1C. Ao contrário do que a maioria das pessoas imaginam, as províncias do leste, por estarem próximas ao oceano Atlântico possuem um inverno menos rigoroso do que as províncias centrais.  

5 – Friendly

O Canadá é conhecido por ter uma população educada e hospitaleira. Porém, muitos novos imigrantes reclamam que o canadense é frio e alguns acham difícil fazer novas amizades aqui. A boa notícia é que os canadenses das províncias do leste tem fama de serem muito amigáveis! As charmosas e coloridas cidades de Halifax, em Nova Scotia e Charlottetown, em Prince Edward Island, fazem parte de uma lista das cidades mais “friendly” do Canadá. O report foi divulgado pelo Expedia em junho deste ano.  

Gostaria de obter mais informações? Entre em contato com a gente!

Plano Canadá: estudo e imigração
24 jul 2018

Por Beatriz Castro

Como conseguimos passar de vistos de estudo, turismo e trabalho até o tão sonhado PR em 1 ano e 8 meses.

Apesar de já ter contado como consegui estudar e o Luis, meu marido, trabalhar no Canadá, sempre gosto de contar essa história do começo para, quem sabe, dar esperança a outras pessoas e mostrar que é possível sim, para qualquer um! Sou nutricionista e meu marido, o Luis, é engenheiro. Juntos temos um filho, o Matheus, que na época tinha 2 anos.

Quando pensamos em vir para o Canadá, a primeira profissional que conversamos foi com a Leticia! Não tínhamos pesquisado nada e nem sabíamos como era o processo. Mas a Leticia logo de cara foi uma simpatia e uma pessoa super para cima! Ela nos disse que tínhamos um ótimo perfil e grandes chances de imigrar! Ficamos eufóricos e logo marcamos uma reunião com uma consultora de imigração que nos deu um banho de água fria: falou que éramos velhos e apesar de já termos morado fora do país, tínhamos poucas chances de conseguir imigrar para o Canadá.

Depois disso, o Luis nem queria mais ouvir falar do Canadá. Mas aos pouquinhos aceitou tentar! Assessorada pela a Mellow, apliquei para a minha faculdade e, em seguida, para os vistos. A Leticia se tornou um ponto de positividade e direção num momento de muita insegurança e dúvidas. Qualquer duvidazinha entrávamos em contato com ela e ela sempre nos acalmava! Até o dia que recebemos a negativa dos vistos e aí tive certeza que não iríamos mais… Mais uma vez falamos com a Leticia e ela sempre para cima nos deu o apoio e o empurrão que precisávamos! Aplicamos de novo e dessa vez deu certo!

Quando os vistos saíram, compramos as passagens para 15 dias depois! Como eu estava matriculada no Pathway, recebi um visto de estudo para exatamente o período do programa e o Luis e o Matheus vieram com o visto de turista. Nossos vistos não nos ofereciam a permissão de trabalho.

A grana estava curta e não tínhamos tempo a perder… Então, uma semana antes de vir eu resolvi estudar para fazer o TOEFL e 2 dias depois de chegarmos ao Canadá, saiu o resultado e eu consegui a nota para começar a faculdade! Consegui iniciar diretamente o curso na minha área, Nutrição. Com a carta de aceitação do college, apliquei para a extensão do meu visto de estudo e o visto de trabalho para o Luis. Os vistos saíram em 1 mês e, assim, o Luis começou a correr atrás de trabalho e conseguiu uma oferta de emprego na área dele, engenharia, e eu comecei a faculdade. Em 3 meses ele conseguiu a invitation letter do empregador dele e pudemos aplicar para o BC PNP, o programa da província de BC para skilled workers.

Aplicamos e, em menos de 24 horas, recebemos o ITA provincial, o qual proporcionou ao Luis 600 pontos adicionais ao nosso perfil no Express Entry. Conseguimos a pontuação mínima no draw seguinte e logo recebemos o ITA. A partir daí já pude aplicar para o work permit também. Decidi trancar a faculdade para começar a trabalhar na área e, logo de cara, consegui um emprego na minha área também num hospital público. Todo o processo inicial foi bem rápido, mas o final dele, até sair o PR foi bem demorado e nos deixou muito ansiosos! Foram quase 10 meses do ITA (do EE) até o PR e tivemos que ter muita fé e paciência!

Hoje estamos vivendo nosso sonho canadense graças às nossas escolhas lá atrás! Escolhemos acreditar na positividade e boas vibrações da Leticia a sermos desencorajados por uma consultora que mal nos conhecia… A lição que tiramos é que não devemos aceitar um “não” logo de cara e que dependendo do profissional que escolha para ajudar com o plano Canadá, você poderá ter sucesso ou então poderá nem mesmo tirar os planos do papel!